Inteligência artificial na música

Inteligência artificial na música: o que será do compositor?

Quando o assunto é música e tecnologia, uma das relações mais polêmicas é com a chamada Inteligência Artificial (IA). Seria uma máquina super-inteligente capaz de produzir músicas com intervenções mínimas do humano?
O ramo tecnológico da IA já é uma realidade está atuando em diversas áreas da atividade humana, e não apenas com aquela imagem estereótipa que nós temos de um ciborgue com feições humanas…

Carros sem motoristas, sistemas de análise ultra-eficientes, algoritmos de busca que trabalham de acordo com o gosto particular de cada usuário e a própria relação que nós temos hoje com os smart-phones, são alguns exemplos básicos de IA no cotidiano. Como se não bastasse, recentemente foi anunciado o primeiro casamento oficial entre um homem e um robô!…

Mas e quando se trata de Inteligência artificial na Música, ou qualquer outra forma artística: em que medida produzir uma faixa segundo as coordenadas de uma máquina é algo viável?
Pode ser considerado “arte” (atividade que o ser humano vem fazendo há milênios), algo que foi elaborado por um ser “artificial”?

Foi anunciado, nesse mês, que empresas no ramo da música já estão se desenvolvendo baseadas nesse ramo da IA. O empresário e produtor musical japonês Taishi Fukuyama fundou a Amadeus-Code, um programa que é destinado à produção de hits e letras musicais de forma automatizada, podendo prestar um serviço de melhorias ao “compositor” humano que deseja elaborar uma canção.

Conheça algumas composições usando essa tecnologia

Recentemente também foi lançado por uma startup o Orb Composer, software para composição baseado em IA, você pode ouvir algumas criações aqui

A Melodia abaixo foi produzida por um compositor com inteligêngia artificial.
https://www.youtube.com/watch?v=35o20ISEetY&feature=youtu.be

Segundo os desenvolvedores da Amadeus-Code, esse novo modo de produzir canções irá ajudar pessoas na produção final de uma música, pulando diversas etapas de longas horas de produção, além de “democratizar” ainda mais a possibilidade de fazer música.
Fukuyama entende que estamos chegando a um novo paradigma nas relações entre homens e máquinas, uma vez que estas, nas últimas décadas, foram usadas para resolver problemas simples.

Já com a inteligência artificial sendo uma realidade, nossa relação com as máquinas vai mudar consideravelmente, uma vez que programações algorítmicas muito mais complexas estão resolvendo problemas muito mais complexos e mudando nossa perspectiva do real – inclusive influenciando em resultados políticos. Por que não aceitar que esses problemas complexos também envolverão a produção de música e as outras áreas artísticas?

A própria ideia de um DJ talvez seja meio-caminho andado para esse tipo de relação complexa com as máquinas… Mas ainda sim, elaborar uma mixagem exige muito conhecimento por parte do DJ, como qualquer outro instrumento. Será que os artistas do futuro serão também programadores? Bandas “híbridas” tal como é representado nesse vídeo-clipe?
https://www.youtube.com/watch?v=bAdqazixuRY

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